
Resolvi romper um pouco, a partir daqui, com o cromatismo maniqueísta do preto e branco, pela importância que resolvi dar ao trabalho desenvolvido pela Oficinadaterra, galeria de arte, ligada ao artesanato que tanto anima a nossa terra.
Não gosto da cor quando ela não é natural, daí ter-me retraído em relação à sua utilização.
Claro que podem protestar à vontade, mas visitem a Oficina da terra que vale a pena.
E quando a morte se ergue na cruz
Seja ela de luz ou de dor
Levantam-se os odores e os amores
Levados pelo pesar da perda
Silenciam-se os rancores
Fica quase sempre o perdão
Abraçam-se os de condão
Quedam-se os sem tostão
Destacam-se as carpideiras
Que em desnudíssimo coro
Se revezam na pregação
De alma sofredora de mulher
Que sabe durar para sempre
Carpindo perante o pendente
Que estranho, distraído e crente
Sobra na sombra da cruz
http://www.oficinadaterra.com/
