
Abre-se a folha branca e semeiam-se palavras trazidas pela emoção mais recôndita, aquela emoção, onde na esteira da nascente , se procura infinitamente a foz.
Força-se o sentimento a construir alegria, tristeza ou desalento, pois assim restará esperança em cada confronto.
Sintetiza-se o que se quer dizer, para que a folha não se rasgue, antes que possa servir as palavras que são trazidas pela consciência.
Tenta descobrir-se o novelo de fio que se estendeu até à descoberta da frustração incólume e que por isso mesmo mantém a angustia.
Rodopia-se e acorda-se, voltado sempre para o lado branco da folha, onde se sonhara ter escrito uma história de amor.
Força-se o sentimento a construir alegria, tristeza ou desalento, pois assim restará esperança em cada confronto.
Sintetiza-se o que se quer dizer, para que a folha não se rasgue, antes que possa servir as palavras que são trazidas pela consciência.
Tenta descobrir-se o novelo de fio que se estendeu até à descoberta da frustração incólume e que por isso mesmo mantém a angustia.
Rodopia-se e acorda-se, voltado sempre para o lado branco da folha, onde se sonhara ter escrito uma história de amor.
