A Morte de MaratBela eras na tua formosura, despida
Entre nenúfares de um rio sem corrente
Onde caíam pétalas de um roseiral
Devagar, sobre ideais de revolução cadente.
Mas assim morri nos sonhos de Cristo
Que crê, creio, na justiça do que é belo
Por traição tua e indigna da fé nele
Por ser tua a esfera das coisas assim
Trocaste o útil sentir do medo da sedução
Pelo cruel destino do perecer de mim
Entre nenúfares de um rio sem corrente
Onde caíam pétalas de um roseiral
Devagar, sobre ideais de revolução cadente.
Mas assim morri nos sonhos de Cristo
Que crê, creio, na justiça do que é belo
Por traição tua e indigna da fé nele
Por ser tua a esfera das coisas assim
Trocaste o útil sentir do medo da sedução
Pelo cruel destino do perecer de mim
