
Sou o que subia a calçada e que subia quente
Hoje nela caminho, numa tarde amarela
Ainda oiço vozes, sem passado crente
Que reclamam uma vida, feito nada por ela
ALENTEJANOS NA GRANDE TRABALHÊRA DO DEBATE INTELECTUAL

Sou o que subia a calçada e que subia quente
Hoje nela caminho, numa tarde amarela
Ainda oiço vozes, sem passado crente
Que reclamam uma vida, feito nada por ela